4.29.2008

Retorno de Pouso


Correria, montagem e duas apresentações no mesmo dia. E uma sensação de dever cumprido.
Com prazer!
Obrigado a UNIVAS, ao Anglo e a todos que nos ajudaram nessa empreitada. Lélia, Adaysa, além daqueles que estiveram menos presentes no nosso contato direto lá em Pouso Alegre, mas que dos bastidores fizeram de tudo para que a peça acontecesse.
Aos companheiros de viagem que entram em cena a cada vez que a peça acontece.
Em especial ao Octávio que levou a idéia do projeto para lá, Dani e Camila que toparam a idéia mesmo com pouco tempo de ensaio, Nino - sempre se desdobrando em muitos - e Baba: atriz, produtora, escudeira e ainda corre para cabecear depois de bater o escanteio.
Esperamos em breve novas apresentações.

3 comentários:

Aline Baba disse...

e correndo e correndo, vamos cada vez melhor...

Luiz Paulo disse...

Olá!!! Eu sou aluno do Da Matta no 3º colegial do Anglo de Pouso Alegre.....
Das poucas peças que eu ja vi, essa foi, com certeza, a melhor!!!! Mas de muitas outras que eu espero ver, o "Quixote" vai ficar na lembrança!!!! Inesquecível!!!!
Voltem mais vezes pra cá...
Vocês todos estão de parabéns mesmo!!!!!
Com o perdão da palavra: "Eu paguei um pau pra esse espetáculo!!!" hahuahauhauahauhau

Fernando disse...

Oi Cia, primeiramente eu queria dizer que foi um prazer poder recebê-los aqui em Pouso Alegre, Quixote foi definitivamente uma das melhores peças que já vi. A releitura desse clássico de Cervantes foi no mínimo espetacular; a mescla dos discursos, ''I have a dream.'', toda a simbologia por trás de cada gesto, foi simplesmente incrível. Mas enfim, eu não estou aqui para apreciar todos os pontos positivos da peça, não caberia, hahaha. Estou aqui por um motivo que eu considero nobre, talvez não o motivo de um cavaleiro andante, mas um motivo de inspiração shakespeareana. Sou aluno do 3° colegial do anglo de Pouso Alegre, aluno, portanto, do professor Da Matta. Durante muitas aulas de literatura ele já citou a Cia. como referência de algo da matéria, falando várias vezes a respeito das peças, e ‘Hamlet Zero’ foi com certeza uma das mais faladas. Porém ontem, quando pedimos para que a peça pudesse ser encenada aqui, ele se recusou. Ótimo, eu me recuso a aceitar um “não” como resposta, hahaha. É no mínimo maldade falar tanto a respeito de uma cena tão linda das obras de Shakespeare como a morte de Ofélia e depois dizer que a peça é carregada de um clima demasiado pesado. Aceito o ponto de vista, e de certo modo devo concordar que o livro em si é de uma complexidade que nos revoga a antiga questão do ser ou não ser. Entretanto, a proposta de transformar um livro em um ninho cultural de idéias é primorosa demais para ficar, digamos, só na idéia dos alunos. Se o problema é a leitura do livro, faço um mutirão, empresto meu próprio livro (dor no coração, hahaha) para quem estiver disposto a ver a peça, ou se vocês preferirem um abaixo-assinado, quem sabe? Apoio não vai faltar. Voltando ao campo racional, para divertir-se em um bom teatro não é preciso intelecto desenvolvido, apenas um bom par de olhos e mente aberta para o novo. Em último caso, se a Cia não puder voltar com a apresentação de ‘Hamlet Zero’, ao menos falem quando vai ser a próxima apresentação e onde, tem um jovem que vai estar sentado na primeira fila com certeza. Abraços a todos, Fernando.